VIOLATION DE DROIT DE L’HOMME AU CABINDA ET DANS LES CAMPS DE RÉFUGIÉS CABINDAIS PAR L’MPLA

07. 07. 2007

Le Haut Commissaire de l’agence des Nation.

Par la présente, la Communauté Cabindaise vivant en Suisse, vient auprès de votre haute personnalité, exposer la situation aussi catastrophique que chaotique dans laquelle se trouvent les Réfugiés Cabindais vivant dans la R. D. C. et le Congo Brazza-ville.

Entant que actuel dirigeant de l’une de principales agences humanitaires dans le monde, nous sommes conscient du fait que vous soyez une grande personnalité qui connaît parfaitement « LA CAUSE CABINDAISE ».

Si en 2002, alors premier ministre portugais, vous aviez réussi à être écouter par la communauté Internationale sur l’appel d’urgence que vous aviez lancé en faveur de Timor Oriental, nous, Cabindais espérons que cet appel soit également lancé en faveur du Cabinda, étant donné que le sujet principal de la cause cabindaise aujourd’hui est le même que celui de Timor Oriental hier, qui n’est autre que celui issu de la Colonisation.

En 1991, vous avez fondé le Conseil Portugais pour les Réfugiés. De 1981 à 1983, vous avez été Membre de l’Association Parlementaire du Conseil de l’Union Européenne ainsi que Président du Comité de la Démographie, des migrations et des Réfugiés, juste pour n’est cité que ça…

La PAIX au Cabinda n’existera que quand il y aura le pourparler entre toutes les couches (Politique, Civile et Religieuse) qui incarnent le Cabinda et le MPLA, envahisseur de ce territoire, et cela sous l’égide de l’O. N. U., de l’O. U. A., en bref de toute la communauté internationale, tel fut le cas de Timor Oriental en 2004.
Et pour que ceci se réalise, il y a nécessité d’avoir du personnel ayant une vocation humanitaire comme vous l’êtes et tant d’autres …

Le peuple Cabindais ne réclame autre que son autodétermination qui se traduira par son indépendance totale du néo-colonialisme angolais qui, chaque jour, minute et seconde qui passe, fait subir le peuple Cabindais toute sorte de violations de droit de l’homme, tout comme une humiliation sur son propre territoire comme en dehors de ses frontières.

Comme tout le monde le sait, le gouvernement de MPLA ne cesse de vouloir masquer la situation réelle que traverse le Cabinda.

Après avoir orchestrer les accords bidons avec Bento, le gouvernement de Luanda, dans toute impunité et complicité d’avec les autorités de la R. D. C. et de Congo Brazza-ville, depuis Décembre 2006 le MPLA applique le rapatriement forcé des Réfugiés cabindais vivant dans les différents camps qui se trouvent sur le territoire de ces deux pays mentionnés ; alors que les organisations Internationales, notamment PAM, UNICEF, CARITAS et HCR avaient déjà plié bagages depuis Juin 2005, abandonnant ainsi le Réfugiés Cabindais à la merci des Militaires du MPLA.

Le Peuple cabindais veut tout simplement sa souveraineté.
Nous faisons partie de cet Univers et voulons vivre chez nous comme tout citoyen de quelconque pays.
Il est grand temps que la Communauté Internationale prenne se responsabilités afin de mettre fin aux massacres que commet le MPLA au Cabinda.

Nous sommes heureux, nous Cabindais de vous voir occuper ces responsabilités et espérons que vous puissiez mettre votre savoir faire en vu de militer toujours dans la paix et l’humanisme comme vous ne cessez de le faire.

Vive le Cabinda Libre…

Veuillez agréer, son excellence, la profondeur de notre préoccupation distinguée.

Pour la Communauté Cabindais en Suisse

C.C. Le Secrétaire de l’O. N. U.
Le Conseil Ecuménique des Églises


Militares do MPLA Ovimbundos são carne de casa da FLEC dia ápós dia em Cabinda

2 October 2007

Os combates em Cabinda, intensificaram-se. A Flec, Frente de libertação do Estado de Cabinda, ataca e continua a causar grandes baixas ao exercito neocolonial infelizmente na sua maior parte oriundos da Naçao e Tribo Ovinbumda. São esses homens que pela sua natureza humilde, José Eduardo dos Santos, continuar a enviar p'ra Cabinda afim de assegurar a sua ocupação continua. Segundo a direcçao do MPLA a Naçao dos Ovimbundos devem ser sacrificados. Os Ovimbundos podem morrer não fazem falta ao MPLA.

É notório que as Forças Armadas Cabindeses, ja atacam até nos centros das cidades de Buco-Zau, Belize e nos arredores do Tchiowa a Cidade Capital da Republica de Cabinda. A escalada dos ataques podem ser avaliados em 7 ou mais ataques por semana com baixas significativas ao exercito do MPLA. Mas todo este cenário, a casa Militar, a casa civil de JES com conivência do comandante das Forças Armadas do MPLA Marcos Correia Banza, fazendo disso um caso pra ocultar. As mortes dos filhos da Naçao dos Ovimbundos em Cabinda, não podem ser anunciados. Esconder esta guerra, é o maior ganho pra os sequases de JES. Levar a cabo uma campanha massiva de desinforção sobre a real situação vivida na Republica de Cabinda, é a melhor maneira pra convencer a comunidade internacional que há paz na Republica de Cabinda. Os ataques que causam grandes baixas aos filhos da Naçao Ovimbundos não têm valor negocial, porque são acompanhados de cartazes de uma paz inexistentes e de uma campanha pela radio e televisão neocolonial com as mais recentes músicas de Massemba, Kizomba ku duro, etc.

O MPLA tem hoje na Republica de Cabinda mais de 60 mil homens da Tribo e Naçao Ovimbunda fortemente armados e espalhados por quase todo o norte e leste de Cabinda com objectivo de eliminar a resitência armada. Quem ja viajou nos ultimos dias para o norte e leste de Cabinda, pode observar o aparato militar de grande dimensão nas vias de Kacongo Massabi e Kacongo Belize. A paz que estes senhores apregoam, é traduzida em "check points", um grande número de destacamentos de controlo aonde populares são revistados e espezinhados todos os dias.

A supremacia do exercito do MPLA acompanhado de material bélico sofisticado com tátitas de combate as florestas densas, aviões de guerra tal como no Iraque, esse exercito, não tem e nunca terá éxitos nenhuns nessa luta. Vai sofrendo pesadas baixas, porque não se luta contra a FLEC mas sim contra um Povo superior inteiro decidido a apoiar a resistência até que se venha a reconhecer o problema de Cabinda na sua excencia e veracidade.

A ausência do primeiro ministro do MPLA a quando da assinatura dos des-acordos do Namibe, é uma clara verdade de que o MPLA, não tem uma palavra no processo de Cabinda. Fernandes da Piedade Dias Nandó e o seus ministros lacaios, não podem expresser os seus sentimentos, uma vez que representam a parte mais impotente da organizacao criminal do MPLA, em deterimento dos accesserios e secretariados do JES que mandam a seu belo prazer.

Os filhos da Naçao Ovimbunda, são feitos carne de caça pelas forças vivas da resistência Cabindese e este drama terá a sua continuidade. O MPLA pelas suas táticas imperiais, não terá nunca éxitos em Cabinda. O MPLA, criou um sistema internacional de bloqueio da FLEC, ocupando militarmente os dois Congos. Mas todo este esforço tem sido nulo porque os Cabindas ja demonstraram que são capazes de ajudar as forças armadas Cabindeses mesmo a partir do interior. O sacrificio dos filhos da Naçao Ovimbundo, não têm valor, nem preço em Cabinda mas sim representam uma chassina da Naçao e Tribo Ovimbunda uma vez que representam mais de 95% do colectivo de forças enviado para Cabinda.

Fazer de uma Tribo carne de caça, ocultando a sua morte por combate, ocultando os seus gemidos, é ter ausência de moral, falta de patriotismo e zelo. Quem é Marcos Correia Banza? ';É um kimbundo abastado de vívieres que passa a vida a esconder os relatórios dos combates em Cabinda. Quem é o brigadeiro Uala? Ë um Ovimbundo que dia e noite não tem paz em Cabinda. Se ainda ali vive não sabemos! Uala, homem de guerra depois de eliminar o Dr. Jonas Savimbi, foi enviado pra o Cabinda para lutar contra os Cabindas, para degolar o Presidente Nzita Henriques Tiago, Lider Historico do Povo Martir de Cabinda, mas que encontrou na caminha a resistencia de Limba, da Tola, da Takula e do Ngula Mazi. O seu inssucesso continuará até que o MPLA negocie com os verdadeiros patriotas. Este processo passa por uma abertura política. A insistência em fazer a guerra para impôr, não é valido no processo de Cabinda. Moxico não representa Cabinda nem tão pouco. Um Povo é determinado pelos seus ideias. São estes ideias que o Presidente Nzita Tiago tem posto de forma sincera e diplomatica a mesa mas que são regeitados por aqueles que rodeiam JES para a manutenção dos seus víveres.

Rever a essência da “FLEC-Renovada” e negociar com o seu líder, é falar de um movimento que durante 25 anos de luta não conseguiu eliminar 25 militares das forças ocupacionistas. Ë falar de um movimento especializado em desistabilizar a Luta Armada Cabindensa, raptar inocentes cidadãos estrangeiros, é ter uma direçção procurada internacionalmente pelo FBI por crimes contra os Estados Unidos. É falar de um movimento criado pelo MPLA com a doutrina religiosa de não atacar os que ocupam Cabinda . Ë ter um movimento que não representa a vontade Popular Cabindese.


COMMUNIQUE DE PRESSE

CABINDA 10 MARCH 2007

Réf : N° 002/ SIP/FLEC-07

Concerning the Angolan MPLA Army incursions in the Democratic Republic of Congo and the hoist of the MPLA flag in three Congolese villages in the DRC province of Bandundu.

Suite à la violation flagrante de la frontière du territoire de la R.D. Congo par les Forces Armées Angolaises (FAA), constituant ainsi une transgression grave des principes fondamentaux de la chartre des nations.

En référence aux allégations mensongères dictées par Luanda et faites à la Presse à l’encontre des combattants de la liberté du Mouvement indépendantiste Cabindais, le FLEC par la voix de son Secrétaire d’Etat-Adjoint à l’information déclare:

1 - Que la Province de Bandundu en République Démocratique du Congo, n’a aucune frontière avec le territoire de Cabinda que le Gouvernement communiste angolais occupe illégalement depuis 1974;

2 - L’occupation d’une partie du territoire de la République Démocratique du Congo, plus précisément dans la Province de Bandundu par les troupes militaires angolaises, c’est l’envie de l’expansionnisme des autorités angolaises du MPLA.

Comment l’Angola peut justifier à la communauté internationale l’implantation de plus d’1 millier d’hommes en armes sur toute l’étendue de la province du Bandundu où ne réside aucun ressortissant Cabindais?

Hormis un ex-aventurier alcoolique Macario Lembé rallié depuis au régime de Luanda.

What’s the Question!

Rien d’étonnant donc a tout cela, lorsqu’ «on veut noyer son chien on l’accuse de rage ou tous autres maux».

3 - Les dirigeants du FLEC Démentent toute présence des éléments du Mouvement indépendantiste Cabindais en République Démocratique du Congo et Dénonce énergiquement toutes implications dans Manoeuvres sordides et tendancieuses des Angolais.

Henriques Nzita Tiago


LE MPLA MONTRE UN SIGNAL DE MALAISE EN QUALIFIANT LA CONFERENCE DES DROITS DE L’HOMME DE L’ASSOCIATION «TRATADO DE SIMULAMBUCO» DE REUNION CONSPIRATRICE

27 November 2007

Le gouvernement MPLA du dernier communiste de l’Afrique a réagit honteusement en qualifiant la conférence des droits de l’homme organisé a Lisbonne par l’association portugaise «Tratado de Simulambucu» d’une réunion conspiratrice organisé par des citoyens portugais, un point de vue anti démocratique démontré par le pouvoir du MPLA a travers son agence d’information «angonoticias».

Ce point de vue du gouvernement angolais prouve devant la communauté internationale que le MPLA, parti au pouvoir en Angola que la pratique de la libre expression n’existe pas, et ne pourra jamais être tolérer tant que José Eduardo restera le maître incontesté du pouvoir absolu, et n’acceptera jamais que la situation des droits de l’homme en Angola puisse être débattu dans des forums libres surtout pas dans le pays qui abritera d’ici là la grande retrouvaille UE-AFRIQUE, allant jusqu’ a qualifié de traîtres, les personnalités politiques angolaises invitées a ce forum de traîtres de la nation.

Prenant la parole a ce séminaire,le député PS Joao Soares a fait un défié en lançant un appel aux angolais d’opter pour une alternance démocratique avec des élections législatives prévues en 2008 pour tenter d’implanter en Angola le respect des droits de l’homme.

Ce député portugais qui n’est pas membre de cette association a dit que cette occasion ne devrait pas être rater par les Angolais pour faire un changement démocratique où il n’est plus autoriser de voir des gens faire 50 ans au pouvoir, une des bases de résolution des nombreux problèmes.
Cette conférence qui a compté aussi avec la participation de Raul Tati, a garanti qu’il a y encore des exécutions sommaires au Cabinda perpétrés par le MPLA, limitation de mouvements des personnes et interdiction des Associations civiques.

Défenseur des droits humains et engagé dans la lutte contre les violations au cabinda, le prêtre a dit qu’il y a une ingérence des pouvoirs publiques dans les affaires religieux, et les activistes sont de plus en plus poursuivis. Malgre le climat d’insécurité qui est supérieur, il a répété devant les conférenciers que sont travail de dénonciation ne vas pas s’arrêter.

Il y a eu aussi la présence remarqué du Dr Joël Batila de l’Association Cabindaise Aide et d’Action aux Réfugiés Cabinda, CAARC qui a lancé un appel a la communauté internationale de visiter le territoire du Cabinda pour constater in loco que les camps des réfugiés sont des véritables camps des massacres.
Pour Joël Batila qui est de Cabinda, ce qui coûte cher est l’incapacité de la communauté internationale de réduire les atrocités qui se commettent dans ce territoire, et a dit aussi que si le Pakistan a été exclu du Commonwealth a cause des violations des droits de l’homme, la Lusophonie n’a jamais réagi sur la tragédie du Cabinda car passer sous silence les régimes qui violent les droits humains c’est alimenter un cercle vicieux qui pousse l’humanité vers le désastre. Joël Batila a dit aussi que le peuple cabindais devrait donner une solution a ce problème car il lui appartient de se prononcer sur son futur.

Le cas du journaliste Fernando lello a été vu aussi par un membre de l’Amnesty international qui a dit se conformer a leur responsable pour l’Afrique.
Cette conférence a été aussi marqué par l’absence de Agostinho Chicaia de ex Mpalabanda qui devrait marquer sa présence a cette conférence, qui a mon avis n’arrange pas le gouvernement angolais qui ne s’attendait pas a être mis au devant de la scène a quelques jours du grand sommet de l’Union Europeenne-Afrique, lui qui défend a corps et âme l’implantation du mémorandum de paix signé avec Bento bembé et rejeté par la population Cabindaise, avec a la solde, l’abandon de Arthur Tchibassa en prison aux états unis, hommes qui s’il était Angolais devrait être défendu par le gouvernement du MPLA, au nom de la concorde et de la réconciliation nationale dont Dos Santos qui se dit architecte de la paix. Mais les souvenirs sont encore frais dans nos têtes sur les graves violations subies par la population, lors du passage de ce communiste au Cabinda en voyage officielle, jugez en vous meme.

Franklin Buelamioko


Communauté Cabindaise

Kinshasa, 19 Novembre 2007

N/Réf. :07/SG/C0CAB/2007

Note d’information relative à la recrudescence d’enlèvements et
D’emprisonnements abusifs des Réfugiés Cabindais en R.D. Congo

La Communauté Cabindaise, une fois encore, met à la connaissance de la commission de l’Union Africaine (UA), du Conseil de Sécurité des Nations Unies (ONU), aussi l’attention des Humanitaires ainsi qu’aux organisations de promotion des droits de l’Homme et des migrants, de la continuelle matérialisation de l’arbitraire sur les réfugiés Cabindais résident en R.D.Congo particulièrement dans la province du Bas-Congo.

Il sied de rappeler, sans Foi ni loi, comme l’a d’ailleurs confirmé l’ONG internationale «Human Rights Watch» dans son récent rapport sur les violations des droits de l’Homme en Angola et au Cabinda, le MPLA a placé dans le collimateur les résidents à l’intérieur de notre Etat qu’il occupe, et aussi les Réfugiés Cabindais qui sont venus chercher la protection et la sécurité en R.D. Congo.

Déjà, courant N/Réf.: CC/SG/A.A.M. 019/08/2007 du 06 août 2007 passé, nous avions dénoncé la disparition forcée des membres de notre communauté qui, selon les informations actuelles en notre possession, avaient subi une déportation forcée vers l’Angola où des sévices et autres exactions les ont conduit à l’irréparable. Dans le silence total de la grande Communauté des Etats de par le monde.

Aujourd’hui, depuis le Vendredi 16 novembre 2007 à 08H00, notre Communauté se retrouve dans une autre situation inadmissible et de grave violation des droits des réfugiés caractérisée par la pénétration en R.D. Congo, territoire étranger, particulièrement dans les contrées du Bas-Fleuve où sont situés les camps des Réfugiés Cabindais jadis supervisé par le Haut Commissariat des Réfugiés 5HCR), des services armées du MPLA pour commettre la désolation et le forfait sur d’autres membres de notre communauté.

Ainsi par ces nouvelles rafles, plusieurs R éfugiés Cabindais ne font plus signe de vie, et d’autres arrêtés, sont illégalement détenus dans les geôles militaires du pays d’accueil (R.D. Congo) à Matadi où ils subissent des multiples tortures. Aussi, des cas maladifs sont signalés parmi les détenus, à l’instar de :

- Daniel Samuel MASSIALA
- José BUANHA
- Francisco TIABA
- Cristiano Manuel de JESUS

Or, la situation des Cabindais est similaire à celle des Sarahouis au Maghreb ainsi que celle des Erythréens et des Timorais hier dans la corne de l’Afrique pour les premiers et en Asie pour les seconds. En conséquence, la Communauté des Etats, en refusant d’assister un peuple qui subit une hégémonie criminelle de cette nature, place honteusement la primauté aux intérêts des richesses minières que regorge le Cabinda au dépend de la justice et de la promotion des Droits de l’Homme, devant apporter la véritable paix dans le monde.

Au regard de ce qui précède, la Communauté Cabindaise demande l’implication du Conseil de Sécurité de l’ONU et de la Communauté de l’Union Africaine pour la libération, sans condition, de tous les Réfugiés Cabindais détenus illégalement en R.D. Congo.

Enfin, nous demandons au Haut Commissariat des nations Unies pour les Réfugiés (HCR) de ne pas craindre le MPLA, comme cela était déclaré par Madame Amah Assiama du Bureau de Kinshasa, mais de lever une option dans le cadre de la protection internationale pour une meilleure assistance aux Réfugiés Cabindais.

Fait à kinshasa, le 19 novembre 2007

Pour la Coordination de la COCAB

Afonso Alfredo MUANDA

Le Secrétaire Général


MPLA ANGOLA INVADES AND OCUPIES THE DRC

10 MARCH 2008

The criminal unelected corrupt Angolan MPLA armed forces have invaded and occupation of the area pf Shayibwanda of the District of Bandundu of the Democratic Republic of the Congo, 13 villages have been invaded and occupied by the MPLA armed forces of Angola and they have hoisted the MPLA flag, claiming that those new locations are part of angola. The DRC Radio programme in French language can be downloaded here.

Bandundu: 13 localités congolaises de Kahemba sous occupation MPLA angolaise

10 March 2008

Le drapeau angolais flotte toujours à la source de la rivière Kakamba. L’armée angolaise occupe en fait une bande de terre de 10 kilomètres à l’intérieur du territoire congolais. C’est ce qu'indiquent des sources locales dans cette partie de la RDC. Du côté angolais, le gouverneur de la province Lunda Norte affirme que ce territoire est angolais, rapporte radiookapi.net

D'après ces sources, l’Angola ne serait pas à sa première tentative d’occupation de cette partie du territoire congolais. Un document datant du 9 juillet 1956 fait état d’incidents relatifs à la délimitation de la frontière entre les deux pays à cet endroit. Le commissaire du district du Kwango de l’époque, M. Carels, avait informé son supérieur hiérarchique, le gouverneur de la province de Léopoldville, de ces incidents. Il indiquait à l’époque que la frontière entre les deux pays se situait dans la région comprise entre les rivières Loange et Lushiko sur le 7e parallèle sud, selon un accord entre les colons belges et portugais. Cette frontière est matérialisée aujourd’hui par les bornes 20, 21, 22 et 23. Bornes qu’ignore la partie MPLA angolaise.

A la source de la rivière Kakamba en territoire congolais, où est situé le point de commandement de l’armée angolaise, existe un poteau minier placé par des prospecteurs miniers en 1972. Ce poteau signale la présence des richesses minières de cette rivière, a indiqué une source. Alors, la partie angolaise tenterait de transformer actuellement ce poteau en une borne de délimitation frontalière. Par ailleurs, l’infiltration angolaise serait effective à d’autres endroits plus éloignés, selon des sources locales à Kahemba.
Pendant ce temps, un mouvement des populations non contentes de l’occupation, est constaté dans la région

Denis Kalume: « Personne n’acceptera de perdre même un centimètre de la RDC »

Déclaration faite à radiookapi.net ce vendredi 9 mars à Kinshasa. Le ministre d’Etat chargé de l’Intérieur a indiqué que des équipes travaillent pour clarifier la situation entre la RDC et l’Angola sur l’occupation par ce dernier d’une portion du territoire congolais.

Une équipe mixte s’est déjà rendue à la frontière à partir du territoire angolais. Elle a déterminé les bornes 21, 22,23 et 24. Mais selon le ministre Denis Kalume, des divergences existent sur la borne 21.
Le ministre d’Etat a dit aussi que les ministres angolais des Affaires étrangères et de l’Intérieur vont rencontrer leurs homologues congolais. Il a rappelé que l’équipe congolaise en mission à Kahemba s’est munie des archives de l’Institut géographique du Congo. Ces archives indiquent clairement l’emplacement de chaque borne avec ses coordonnées ainsi que le chemin qui conduit vers ces bornes. Elles (archives) avaient été signées entre les colons portugais et belges en 1893. «L’équipe congolaise qui est partie à Kahemba va ramener les résultats de ses recherches ce samedi. Et quand nos homologues angolais viendront mardi, on va comparer nos éléments aux leurs. On va trouver la ligne de démarcation exacte et ouvrir le point de passage où seront contrôlés les mouvements des populations de part et d’autre de la frontière. Cela permettra d’avoir une immigration contrôlée», a expliqué le ministre d’Etat.


FLEC-FAC

04 APRIL 2010

There is no Peace in Cabinda War Persists with the MPLA

What is FLEC-FAC, Flec-Fac is basically two organizations FLEC is a Front for the Liberation of the Country and Nation of Cabinda, FLEC its not a Party is a Political Front, there for all and any Cabinda party is a member of that unified Political Front.
Who is a member of the Political Front of FLEC, 99.9 of all Cabindan citizens.

FAC is the Defence forces of Cabinda its composed of brave man and women of Cabinda that have picked up arms to fight the uninvited and unwelcome Angolan Army.

Is there peace in Cabinda, no it’s the answer peace to Cabinda only will arrive once the invading army of Angola leave the country of Cabinda in the hands of the Cabinda lawful and democratically elected leaders.


"Confidencial the reality of the MPLA"

"Confidencial a realidade do MPLA"

 


PRESS RELEASE

6 of July 2006

"Made by the opposition parties in representation of the majority of the Angolan people, appealing to the MPLA Regime in poser since 1974 to cease immediately all its military aggression of the people and Nation of Cabinda and to respect the human rights organizations of Cabinda and to respect the will of the Cabinda people to fair elections on a referendum for its independence."

Os Partidos Políticos da Oposição, UNITA, FNLA, PLD, PDP-ANA, FpD, POCs e PAI, ao tomarem conhecimento, através da comunicação social, que, por um lado, o Governo e o presidente do Fórum Cabindês para o Diálogo, FCD, ANTÓNIO BENTO BEMBE, teriam alegadamente decidido pela "paragem de todos os movimentos ofensivos das FAA e dos efectivos militares da FLEC sob a autoridade do presidente do FCD", e, por outro lado, que ANTÓNIO BENTO BEMBE foi exonerado da referida função pelo presidente da FLEC, e que representantes das Organizações da Sociedade Civil de Cabinda, representadas no referido Fórum retiraram a sua confiança política ao antigo presidente do FCD, por este manter contactos com o Governo a título privado e à revelia das outras entidades constitutivas do FCD (Nkoto Likanda-Assembleia do Povo de Cabinda, FLEC, Organizações da Sociedade Civil e Igreja), decidem tornar pública a sua posição relativamente a este assunto:

1º O Processo de Paz e a solução do "caso Cabinda" necessitam da contribuição resoluta e responsável de todas as forças políticas e sociais nacionais, incluindo nelas, como é óbvio, as partes componentes do FCD;

2º O presente Acordo, por excluir a quase totalidade dos componentes do FCD, arrisca-se a constituir mais um mero instrumento de propaganda governamental, com os efeitos práticos conhecidos de todos os anteriores Acordos que o Governo celebrou com pretensas forças político-militares do Enclave.

3º Sendo o estabelecimento da Paz urgentíssimo e, por isso positiva a cessação das acções militares ofensivas das FAA, os Partidos Políticos acima referenciados encorajam o Governo a estabelecer rapidamente a Paz Militar com a FLEC;

4º Os Políticos signatários, apelam as partes em conflito, em Cabinda, para cessarem imediatamente as hostilidades e encetarem com todas as outras forças políticas, cívicas, religiosas e autoridades tradicionais um diálogo político sério, conducente ao desarmamento, à paz e à efectiva reconciliação Nacional,

5º Por último, Os Partidos Políticos acima indicados aproveitam esta oportunidade para lançar um veemente apelo ao Governo no sentido de não exercer pressões sobre os Meritíssimos Doutores Juízes de Direito no sentido de viabilizar a sua pretensão em obstruir o exercício de um direito fundamental em Cabinda, o direito de Associação, pelo processo especial de extinção movido contra o MPALABANDA "Associação Cívica de Cabinda".

OS PARTIDOS POLÍTICOS SIGNATÁRIOS

 


 

 

INDEX

cabinda@gmx.com