Concerne: Cas de disparition forcée des Réfugiés Cabindais

23 JULY 2007

La Communauté Cabindaise est profondément préoccupée par les cas relevés, de disparition forcée de quatre (4) Réfugiés Cabindais, dans le secteur du Bas Fleuve en R.D. Congo, il s’agit des nommés:

- Tomas GOMES
- Silvestre Sebastião MABIALA
- Chinona TIAGO
- AGUSTO

En effet, en ce début de mois de juillet 2007, comme ils le font aussi souvent, bénéficiant probablement des largesses des services de sécurité de ce pays d’accueil, des réseaux angolais pénétrant les frontières de la R.D Congo, ont manœuvré une incursion dans les camps sous mandat du Haut Commissariat des Nations Unies pour les Réfugiés (UNHCR) où abritent les réfugiés Cabindais particulièrement au site de seki-zole, pour terroriser ses paisibles occupants et procéder aux enlèvements des sujets précités qui ont été conduits dans une destination inconnue.

Plus grave, n’ayant aucun respect à la vie humaine, certains réfugiés malades, ont été soustraits depuis leurs lits d’hôpital de Kizu (Tshiéla) toujours dans la contrée du Bas Fleuve, ce qui prouve à suffisance les graves violations des Droits de l’Homme que continuent de subir le Cabindais dans son ensemble, à l’intérieur de notre territoire comme dans certains pays de refuge.

De ce fait, la Communauté Cabindaise lance un appel pressant à l’endroit de la Direction des Droits de l’Homme de la Mission des Nations Unies au Congo (la MONUC), au Bureau du Haut Commissariat des Nations Unies pour les Droits de l’Homme (HCDH) et à la Représentation du Haut Commissariat des Nations Unies pour les Réfugiés, de composer collégialement une mission d’enquête pour l’objet concerné, afin d’apporter secours aux infortunés disparus qui doivent être retrouvés et libérés sans condition.

Par la même occasion, la Communauté Cabindaise sollicite également la lucidité des institutions en charge de la protection des réfugiés en R.D. Congo, de mettre tout en œuvre pour notre meilleure sécurisation dans ce pays d’accueil.

Fait à Mpumbu, le 23 juillet 2007

Afonso Alfredo MUANDA


INDEPENDANCE

5 November 2007

Pour un véritable patriote, un véritable fils et nationaliste qui aime son pays, cette question ne mérite même pas une réponse. Il en est de même pour un combattant dans le maquis qui sacrifie jours et nuits sa vie pour arracher l'Indépendance de Cabinda. Que dira un mutilé qui perdu son avenir? Pour la guerre de libération? Et les orphelins qui diront-ils. Ceux qui ont perdu leurs membres de familles à cause de cette sacrée lutte pour la libération?
Quel est le dernier mot de réfugiés Cabindais? Ces apatrides qui passent leurs nuits à la belle étoile par manque de logis à cause du MPLA.
Il est malheureux de constater que quelques patriotes qui ont jadis défendu l'Indépendance du Cabinda, viennent de changer d'avis à cause des dollars, distribuer à toutes vent par le MPLA pour corrompre et acheter la conscience des Cabindais et même celle des dirigeants des organismes internationaux affins de supprimer le nom du Cabinda sur la carte géographique d'Afrique centrale. Nous voulons donc l'Indépendance totale et ce, par la voie référendaire. Nous sommes très pacifiques si nous ne sommes pas provoquées, s'est exprimée la communauté Cabindais en exil.

La lutte armée

Cette lutte armée existe au Cabinda. Elle oppose les forces armé MPLA (FAA) aux Combattants Nationaliste du Font de Libération du Cabinda (FLEC/FAC). Et cette lutte inégale des forces, ne peut être considérée comme une sécession ni une rébellion ou même une soif de pouvoir de la part des dirigeants patriotiques Cabindaise, qui défendent une cause juste.
C'est l'armée ultra-moderne du MPLA qui lutte contre la résistance Cabindaise, causant d'innombrables victimes, surtout civiles. Des combats sont permanent au Cabinda et se déroulent chaque jour sur toute l'étendue du territoire de la nation de Cabinda. Faute de rencontres en face, l'ennemi pratiquent la guérilla, les FAA pillent, volent et incendient les maisons. Les femmes et filles trouvées sur place sont violées et déportées vers une destination inconnue. Des véillards sont battus et les femmes enceintes transpercées par le soldatesque du MPLA ivre de drogues.

Depuis 1975 donc, les fils Cabindais ont pris les armes et ils ont organisé, sous la direction de M. NZITA Henriques TIAGO, des maquis et des réseaux secrets pour manifester le mécontentement du peuple Cabindais face à l'occupation illégale du MPLA sur leur territoire et des mètres hors du pays. Les tactiques des combattants patriotiques Cabindais et le harcèlement continu des forces du MPLA, mais surtout les embuscade tendues sur divers endroits, sont les méthodes utilisées par les Combattants du FLEC/FAC, très bien rodés.
Avec ces méthodes, les nationalistes Cabindais espèrent amener les dirigeants du MPLA d'accepter les pourparlers et les principes de l'Indépendance.
En bref, malgré les représailles sanglantes du MPLA, les combattants de l’Armé National Cabindes, nommés Forces Armées Cabindaise (FAC), sont infatigables et poursuivent avec ardeur, les différents combats, face à une armée moderne et régulière dotée des moyens sophistiqués. A suivre...

Jean Claude Nzita


Luanda já não acredita no "seu interlocutor valido".

8 June 2008

Desde a assinatura dos acordos mentiroso de "paz para cabinda" entre Antonio Bento Bembe e o regime não eleito do MPLA, a opinião que o Judas Bento sempre defendeu perante a opinião nacional e internacional é que não havia mais guerra em Cabinda, e que todos os militares de Cabinda que durante muito tempo sacrificavam as suas vidas para defender a gloriosa Pátria de Cabinda já saíram das matas de Mayombe, dando assim falsas garantias ao regime da Ditadura do MPLA sobre o fim total das hostilidades. As afirmações do Judas Bendo foram muito rapidamente contrariadas pela evolução da situação na Republica de Cabinda, pois mesmo no momento em que se assinava tal documento no namibe, varias zonas da Cabinda estavam em fortes combates entre as FAA do MPLA e as Forças Armadas de cabinda FAC.

Mesmo perante este quadro sombrio, ninguém quis aceitar a verdade no terreno e Bento Bembe, o "mestre da paz de Cabinda, também tido pelo regime do MPLA não eleito e sem legitimidade alguma como sendo o interlocutor valido sobre a questão da Republica de Cabinda" limitava-se simplesmente a atribuir as sangrentos ataques das Forças Armadas de Cabinda FAC contra as FAA do MPLA, a grupos que atacam e semeam o pânico e a desolação no seio da população, mesmo sabendo naqueles ataques mais morriam militares das FAA criados pelo MPLA.

O tempo passo, os ataques contra as FAA do MPLA foram se multiplicando, muitos militares das FAA perderam a vida, muitos outros foram contraindo ferimentos graves, e por tal encaminhados ao hospital militar de Cabinda num estado de choc e desolação.

Em face de este estado, o regime não eleito do MPLA finalmente percebeu (só não quis perceber porque queria a todo o custo calar a boca da População Heróica dos Cabindas usando todas as manobras possíveis) que o Judas Bento Bembe estava sempre a mentir, a situação militar em Cabinda era outra (a guerra estava sempre a continuar e como continua até agora) e que ele não é o interlocutor valido para tratar da questão da Republica de Cabinda com a Republica de Angola.

O Povo binda, porque quer a paz verdadeira, mais uma vez lança um apelo ao regime não eleito do MPLA dirigido pelo Ditador do Eduardo dos Santos para que negocie com a FLEC liderado por sua Excelência Henriques Nzita Tiago, com o Pai Espiritual da Nação sua Excelência e Santidade Padre Jorge Kongo de Cabinda e demais sensibilidades da Sociedade Civil de Cabinda com Idoneidade Reconhecida, sem deixar de parte a comunidade internacional, para o verdadeiro fim do conflito armado em Cabinda e paz com Angola. Haja coragem por parte do Regime não eleito e ilegítimo do MPLA, já que a FLEC sempre esteve disposta para o efeito.

Francisco Conde
Defensor dos Direitos Humanos


Pessoas que não têm nada a ver com o Povo de Cabinda

7 June 2008

Uma das garantias que o actual ministro do MPLA sem pasta, António Bento Bembe, havia dado ao Regime Não Eleito e Tirânico do MPLA no quadro da ' paz para Cabinda ' era de apresentar todos os militares da FLEC que se encontravam nas matas a combater o inimigo (os militares das FAA portanto). Era uma forma para dizer que tinha a capacidade para mobilizar todos os militares da FLEC e que não ficaria mais nenhum militar nas matas. Infelizmente, o Judas Iscariota não conseguiu cumprir com esta 'clausula' porque ele foi seguido por apenas algumas pessoas que lhe são próximas. A maior parte destas pessoas são Cabindas que estavam a passar fome em Ponta-Negra e influenciados pela idade tão avançada tiveram que abraçar a política de traição de Bento Bembe.

Não tendo conseguido apresentado o número de militares exigido pelo governo não Eleito y Ditatorial do MPLA, Bento Bembe e pares foram recrutar jovens Congoleses e Zairenses, apresentando-os nas áreas de aquartpai elamento como sendo militares seus saídos das matas para aumentar o efetivo. Esses cidadãos estrangeiros já foram enquadrados no exército e na policia do regime não eleito e ilegitimo do MPLA. São pessoas que não falam a língua colonial portuguesa e muito menos a língua Nacional de Cabinda o Ibinda, em fim, pessoas que não têm nada a ver com o Povo de Cabinda, muitos deles estão na policia de viação e trânsito e mal sabem interpelar um automobilista.

Mesmo com esta confusão organizada por Bento Bembe e Luanda, os Cabindas estão atentos e sabem muito bem o que está a passar, conhecem os estrangeiros infiltrados que Judas trouxe, portanto tudo está a ser bem seguido e controlado pelo Povo binda.

Porque acabou de trair a Pátria Cabindense por benefícios próprios, Bento Bembe deve saber que já foi vomitado pelos seus irmãos de cabinda e seria bom que ele ficasse só em Luanda-angola partilhando o luxo com seus amigos do MPLA. Uma coisa é certa, é que o Bento não bem vindo em Cabinda e advertimo-lo que sempre que lá estiver para se prevenir, pois poderá ser atingido a qualquer hora e em qualquer sítio, por mais segurança que tiver. Alías, estamos recordados que El sadath que no Egipto era o mais protegido havia acabado de sofrer um golpe que ninguem imaginava. Um conselho do irmão de cabinda: Bento Bembe, é melhor ficar só em angola.

Francisco Conde
Defensor dos Direitos Humanos


LATEST INFORMATION ON THE WAR IN CABINDA

23 JUNE 2007

RÉPONSE STRATEGIQUE DE FAC-UNIES FACE AUX TROUPES ANGOLAISES QUI ENVAHISSENT LE CABINDA

Six (6) Soldats angolais dont un (1) Lieutenant ont été tués lors d'une attaque menée par le Combattants de Forces Armées du Cabinda (FAC-Unies) contre une Patrouille de forces armées angolaises (FAA) situées entre les localités de N'Tombe et Chinvula.

L'attaque s'est déroulée le 13 Juin 2007, ayant ainsi causer plusieurs blessés graves dans le camps de soldats angolais.

Après cette défaite, les soldats angolais se sont lancés dans des opérations de répression envers la population Civile de M'Pumbo, de Caio Poba, de N'Tombe et de Chinvula, les obligeants de fuir en laissant au merci des éléments de FAA.

Le 17 Juin 2007, dans la localité de N'Tando M'Limbo, les braves combattants Cabindais, toujours avec la même stratégie, surprennent de nouveau dans un embuscade, une Patrouille militaire angolaise, causant plusieurs pertes humaines ainsi que des blessés.

Néamoins, on observe un renforcement systématique de l'effectif de FAA vers Belize, Buco-Zau et N'Cuto, où se trouvent déjà stationnés un grand nombre de soldats angolais tout au long de la frontière avec la R.D.C. Ce renforcement a pour objectif, une opération contre les différentes positions de Combattants de FAC-Unies qui opèrent dans cette Zone.

Fait au Cabinda, le 23 Juin 2007

RESPOSTA ESTRATÉGICA DAS FAC-UNIDAS FACE ÀS TROPAS ANGOLANAS QUE ENVADIRÃO CABINDA

6 soldados angolanos, de entre os quais um tenente, foram mortos num ataque levado a cabo por Combatentes das Forças Armadas de Cabinda (FAC-Unificadas) contra uma patrulha das FAA entre as localidades de N'Tombo e Chinvula.

O ataque que ocorreu no passado dia 13/06/07 deixou varios outros soldados angolanos feridos.

Operações de repressão levadas à cabo pelas forças armadas angolanas, depois do ataque, provocam a fuga das populações das aldeias de M'Pumbo, Caio Poba, N'Tombo e Chinvula.

17/06/07 - No N'Tando M'Limbo, "soldados das FAA foram mortos e 2 outros feridos quando uma patrulha de soldados angolanos foi surpreendida numa emboscada por Combatentes Cabindeses.

Entretanto, observa-se um reforço sistematico do dispositivo das FAA nas áreas de Belize, Buco-Zau e N'Cuto onde se observa uma grande concentração de soldados angolanos ao longo da fronteira com a R.D. Congo, preludio a operações de envergadura contra as posições dos Combatentes das FAC-Unificadas que operam na Zona.

Feito aos 23 de Junho de 2007


Les Réfugiés Cabindais maltraites plus que jamais par l'Mpla et ses complices

Cabinda - 4 July 2007

La machine à tuer mise marche par Edourdo Dos Santos et ses complices, Denis Sassou N'guesso, Hippolyte Kanembe (Joseph Kabila).

Les Réfugiés Cabindais maltraites plus que jamais par l'Mpla et ses complices

Pour prix de ces soutien, Joseph Kabila et Denis Sassou N'Guesso laissa les mains libres à Edourdo Dos Santos pour établir son propre système d'épuration et de sécurité (c'est-à-dire massacres réguliers dans les camps de réfugiés Cabindais qui abritent eux-même des groupes génocidaires en activité à la frontière du deux Congo.

L'opération mixage des troupes angolais et Congolais donc les deux Congo soutenant l'angola pour bien massacres les réfugiés Cabindais

Ce mixage a permis de déployer les troupes angolais et congolais (les soldats angolais) au Camps des réfugié dans la région de Bas-Congo où les exactions contre les réfugiés Cabindais civiles innocentes se sont multipliées (tueries, enlèvements, viol, pillage). Au CABINDA, des hommes, femmes et enfants innocents sont massacrés de la manière la plus horrible!

La vérité est que vivant sous la dépendance militaire de l'Angola, les autorités de la RDc et du Congo Brazzaville ont permis aux soldats angolais de pénétrer dans les centre pour réfugiés cabindais et y font tout ce que bon leur semble. Et eux (réfugiés) qui se croyaient protégés, et à l'abri de la guerre ont encore quitté les centres sous des ménaces, tueries, viol et pillages de biens par les soldats angolais pour aller sous les autres cieux.

C'est pour dire que les réfugiés Cabindais n'ont ni la place sur leur prore pays "le CABINDA", ni dans les pays voisins. Toutes les preuves son là.

Persécutes, sabotés et ballotés d'une frontière à l une autre, au gré des crises politiques, des conventions confidentielles et la guerre au pays, les réfugiés cabindais, devenus apatrides, sont en plein dénouement. En Europe, il sont traités pour des "SANS PAPIERS" alors que le portugal est le plus grand responsable de cette misère. Ces européens qui nous maltraitent!!!

Nous assistons chaque semaine à des scènes inexplicables tant à Kinshasa qu'à Brazzaville. Les Agents de sécurité en compagnie des soldats angolais des pays voisins (notamment en RDC), viennent arrêter les réfugiés cabindais et ceux du Congo-Brazzaville, dans les bureaux du HCR à Kinshasa. Nous sommes le grands témoins ces évéments.

Que peut-on déduire dans de tels actes? Il y a t-il complicité, ou corruption? et qui finance ces bêtises qui cassent la réglementation internationale en matière des droits de protection des réfugiés.

Tellement corrompus par Luanda, les responsables du HCR/Kinshasa et Brazzaville, sabotent les réfugiés Cabindais et Congolais (Brazzaville) à qui ils refusent tous les droit. Pourtant la situation au CABINDA est grave, ils le savent très bien. C'est la non assistance des personnes en danger.

Actuellement, quelques rares veuves soumises aux viols, les vieillards, quelques petits orphelins et quelques mutilés vivant encore dans les centres, sont vraiment en difficultés. Ils connaissent une criante insuffisance alimentaire, d'ou l'incurie des maladies telles que le Kwashiorkor, le paludisme, la Coqueluche, etc...

Au moment où couchons ces lignes, nous déplorons la disparution de plusieurs jeunes combattants, soit il sont tués, soit ils sont arrêtes.

N.B: S'ils ne sont pas morts, revenir au CABINDA c'est vendre sa peau.

SAUVONS LE CABINDA, On a tous une raison de sauver le Cabinda.

Défendez le pauvre et l'orphelin, faites justice à l'affligé et à l'indigent. Délivrez le pauvre et le malheureux de la main du méchant.

Jean-Claude Nzita combattant Cabindais


REPUBLIC OF CABINDA
Governo Provisorio da Frente de Libértação do Estado de CABINDA

COMMUNIQUE DE PRESSE N° 001/SIP-GP/2007

01 Août 2007

Le Gouvernement Provisoire du Front de Libération de L’Etat du Cabinda (FLEC) vient à travers ce communiqué de presse informer et démentir devant la communauté nationale et internationale sur les accusations mensongères attribuées au FLEC relatives à l’information publiée par la Voix de l’Amérique sur l’assassinat des civils cabindais;

En effet, cette attaque des travailleurs civils appartenant à la firme d’exploitation forestière Abilio de Amorim a causé deux morts ;

Le Gouvernement Provisoire du Front de Libération de L’Etat du Cabinda (FLEC) présente ses condoléances aux familles des disparus et condamne cet acte d’assassinat ignoble ;

Cette désinformation et l’attribution, sans fondement, au FLEC constitue un moyen du MPLA d’apporter un discrédit aux travaux des assises du FLEC à Paris (30 juillet au 01 Août 2007), en représailles aux échecs répétés que connaît le mémorandum de paix signé il y a un an par Monsieur BENTO BEMBE et ses acolytes ;

Des sources sures et crédibles, les sociétés forestières travaillent dans les zones attribuées et contrôlées par le gouvernement du MPLA (commandants militaires de la zone Mayombe ) ;

Le FLEC ne s’attaque jamais aux ressortissants cabindais et aux civils (Etrangers) ; et s’il se bat jusqu’à ce jour c’est justement pour défendre ce Peuple.

Le Gouvernement provisoire du Front de Libération de L’Etat du Cabinda (FLEC) tient a préciser que ce crime crapuleux a été commis par des soldats portant l’uniforme des forces armées Angolaises (F.A.A.) ;

Le FLEC condamne avec la dernière énergie les actes barbares que l’armée d’occupation angolaise continue à commettre dans le territoire du Cabinda contre les populations.


Appel patriotique à tous les Cabindais de la diaspora et de l'intérieur du pays

24 October 2007

Presque tous les grands peuples du monde ont connu à un moment ou un autre de leur histoire soit l'occupation, soit la déportation, soit l'extermination ou toute autre forme d'humiliation. Mais quelle que soit la longueur de la nuit, dit-on, le jour finit toujours par se lever.

Toutefois, la longueur de la nuit dépend avant tout du temps que mette ce peuple à prendre conscience de son état de soumission et d'avilissement, et ensuite de son devoir et de sa capacité de s'assumer devant les puissances d'oppression et d'occupation pour arracher, au prix du sang s'il le faut, sa souveraineté et sa dignité.

Nous lançons donc un appel patriotique à tous les Cabindais de la diaspora et de l'intérieur du pays pour qu'ils ne se laissent pas distraire par toutes ces «festivités» organisées ci et là par les fossoyeurs de notre pays, mais qu'ils se lèvent de là où ils se trouvent pour les contrer par tous les moyens. C'est la seule expression de solidarité que nous pouvons manifester à l'égard de nos martyrs et de nos frères et sœurs restés au pays.

Nous menons un combat pour la souveraineté et l'intégrité de notre pays. Ce combat n'est pas négociable. Les Cabindais, civils et militaires, doivent se préparer à l'affrontement final avec les occupants.

Tout le mécanisme de fonctionnement de la Communauté Internationale est fondé essentiellement sur les rapports d'intérêts entre les puissances qui dirigent le monde d'aujourd'hui!

Regardez bien autour de vous, dans tous les grands conflits planétaires, la Communauté internationale est impuissante parce que divisée en elle-même. Regardez le conflit du Moyen Orient, le sommet du G8 tenu dernièrement en Russie a apparu très divisée et incapable d'arrêter la violence meurtrière au Liban. Regardez le dossier nucléaire de la Corée du Nord, le Conseil de Sécurité des Nations Unies est bloquée quand à la sanction à prendre contre l'entêtement des dirigeants politiques nord-coréens qui continuent de narguer l'ONU. Regardez le dossier nucléaire de l'Iran où Téhéran toise par-dessus l'épaule Washington incapable d'influer sur une décision contraignante au sein du Conseil de Sécurité de l'ONU. Partout, la Communauté Internationale est bloquée dans son mécanisme, sauf au CABINDA! Les Cabindais devraient se demander pourquoi cette particularité Cabindaise.

Le temps est venu de dresser nos fronts longtemps courbés et de redonner sa dignité à notre peuple.
Notre combat ne connaîtra pas de répit, il n'a qu'un seul délai la VICTOIRE!

Que Dieu bénisse le Cabinda et son Peuple!

Communauté Cabindaise en Suisse

Jean Claude Nzita


CABINDA - IL RESTE UN… COMMENT L’AVOIR POUR S’EN DEBARASSER?

27 October 2007

Voila la question que se pose le Régime Dictatorial du MPLA qui continuent d’occuper injustement le territoire du Cabinda et qui accélèrent le pillage systématique de ses ressources par la multiplication des appels d’offre pour les licences d’exploitation, au moment même ou les congressistes américains se préparent de voter une loi visant entre autres les responsables du MPLA soupçonner de corruption

En effet, après l’élimination Physique de Jonas Savimbi et la transformation totale de son mouvement en parti politique démilitarisé, José Eduardo Dos Santos a misé sur un calcul très ambitieux et grandiose en prennent en main toute sa logistique militaire et les milliers des soldats des ex FALA intégrés dans les FAA pour ensuite les transférer au Cabinda affin de briser d’un seul coup les forces de résistances Cabindaises que lui et ses officiers disaient en finir au cours d’une seule promenade militaire baptiser «operaçao vassoura» entendez par-là «opération balais» .Son raisonnement qui était basé sur les grands moyens dont Savimbi disposait pour faire la guerre et qu’ils ont éliminé laissait présager une promenade militaire simple au Cabinda et qui malheureusement tournera au cauchemar car depuis lors, les pertes sont inestimables du coté des FAA qui ne savent plus quelle technique employée pour venir à bout de cette résistance sans appui logistique, mais qui a l’avantage de connaître son environnement territorial et réussi de tenir cette grande armée du MPLA en échec.

La mort planifié (?) de Ranque Franque ouvre maintenant au MPLA la possibilité de chercher à éliminer aussi celui qui reste activement en tête du mouvement Indépendantiste Cabindais qui n’a jamais voulu une demi-solution pour le cas Cabindais (Nzita Henriques Tiago), oui celui la même qui a l’aube des revendications de l’indépendance auprès des Portugais, avait oser ouvrir les bureaux du FLEC à Cabinda sur les bâtiments actuels des magasins LUJOBAR a Tchiowa et qui quelques instants plus tard mettra sur pieds le FLEC/FAC. Cette armée de résistance qui continu d’être un casse-tête pour le MPLA a fait de Nzita Tiago une figure incontournable qui les empêche d’annexer totalement et définitivement le Cabinda à l’Angola, au contraire des autres leaders qui se sont fait avoir soit par l’argent ou par intimidation (Tiburcio Nzinga Luemba) et ont fini par épouser la thèse autonomiste ou de l’annexion dont le dernier s’appelle Antonio Bento Bembé.

Jusqu’ou et jusqu’a quand cette armée de résistance peut elle aller et continuer de résister face à la nouvelle stratégie adopter par le MPLA? Stratégie qui consiste à rendre la vie très dure aux populations civiles Cabindaises de toutes les catégories sociales et d’opposer les Cabindais entre eux pour mieux les diviser affin de gagner du temps sachant que ventre affamé n’a point d’oreille, et entre autre encourager avec l’argent du pétrole Cabindais tous ceux qui peuvent attirer les résistants d’abandonner la résistance au profit des biens matériels, en mettant beaucoup des moyens en jeux pour arriver aux résultats attendus.

Les moyens opérationnels et les capacités de cet armé font penser a la réponse que l’on peut donner a cette question quand on voit les derniers changements survenus a la tête du FLEC et qui continuent d’alimenter les discordes entre les partisans favorables a l’existence d’un Etat Cabindais et ceux qui continuent d’exister comme une enclave angolaise. L’MPLA au milieu de cette confusion que les Cabindais qui ont du mal a s’entendre, profite du facteur temps qui lui est favorable et lui fait gagner l’argent du pétrole tout les jours, et compte aussi sur l’age avancer du vieux leader qui ne laisse pas penser selon eux a un avenir stable du mouvement si ce dernier venait a succomber, phénomène qui laisse la communauté internationale un peu indécise sur le sérieux des Indépendantistes qui semblent eux-mêmes fortifier l’impasse dans lequel ils se trouvent.

Les Cabindais doivent à tout prix sauver ce qui leur reste encore de crédible dans la poursuite de la lutte pour l’Indépendance car l’ennemi a bien affûté toutes ses armes et nous avons l’obligation morale et politique d’apporter du crédit a nos actions et faire face à toutes les manœuvres du MPLA dans cet ultime virage, et tirer les conclusions qui s’imposent sur l’illustration du mépris et de l’humiliation faite par le MPLA lors des obsèques de Ranque Franque et sur le silence entretenu autours de sa mort.

Nous connaissons le prix a payer pour notre liberté et a-nous de préparer les conditions de le payer, car la cohésion de l’action diplomatique, politique et militaire s’imposent pour atteindre nos objectifs. L’existence d’un Cabinda comme Etat ne peut être ignorer ni mis en cause car cela a longtemps été un acquis (39eme sur la liste des Pays à décoloniser) et non une étape à négocier car l’histoire est pris a témoin. L’Etat du Cabinda Indépendant sera le point de départ pour une paix durable dans la région de l’Afrique Centrale et du décollage économique de l’MPLA qui verra enfin ses enfants déposer définitivement les armes et rentrer enfin au bercail pour négocier un avenir heureux. Les bases existent, mais les moyens et les mécanismes permettant d’atteindre ses objectives se trouvent entre les mains des responsables politiques Cabindais qui doivent sortir des «officines politiciennes de l’intrigue et de la bassesse» pour s’engager aux cotés du seul homme, homme resté jusqu’alors Fidel a la ligne politique de toujours à qui nous devons cette armée de résistance qui a su maintenir jusque là les flammes de la lutte allumé pour éclairer les voies de la résistance.

Abat les corrupteurs et corrompus du peuple
Vive le Gouvernement de l’état du Cabinda en exil
Vive le Président Nzita Tiago et le Peuple Cabindais
Pour la lutte! Nous vaincrons, nous vaincrons, nous vaincrons

Franklin Buelamioko
Défenseur de la Dignité Humain


The Cabinda's Right

Today, we must be proud of ourselves as a nation in the struggle against the illegal occupation of our Paradise Home CABINDA by the Angolan Army and its government from Luanda. For almost half a century we died, we are dying and we'll be dying until our demand are met, because the aim of the people of Cabinda is to achieve the right to SELL-DETERMINATION. However, the most important aspects in us : Is the courage ,conviction and the determination of continuously DEFYING and FIGHTING the Angolan presence in Cabinda since Portugal abandoned the territory and after being invaded, occupied and usurped the right to control our own destiny by the Angolan army in 1974.

The struggle of the Cabinda people is not a mistaken one, and for that we hope and do believe to be the RIGHT OPTION and it is a REALITY THAT THE VICTORY MUST COME SOON IN OUR LIFE TIME because by nature we belong in this LAND OF OUR ANCESTORS and to give it up is an anticipation of our death.

Every Cabinda to know that: Who is not with the Cabindan People, is against Cabinda. Injury to one of us, is injury to all of us which why we have to fight in memory of those who fought and died in preservation of Cabinda's existence. The unity of the PEOPLE OF CABINDA WILL NEVER BE DEFEATED

H.D. Cape Town - SOUTH AFRICA


SER CABINDA

Eu quero e Amo Cabinda, Nao por ser de Cabinda, Mas sou natural de Cabinda. E nao so' , Sou Indigena de Cabinda. Ali, Descansam os restos mortais, Dos inolvidaveis. Meus-Teus-Nossos Antepassados. Por isso e' obvio lutar, Para Cabinda livrar, Meu-Teu-Nosso dever Para amanha ter, E descansar numa paz eterna. - HM Dias


“Nos Cabindas, as nossas mulheres e os nossos velhos, os nossos pais, viemos junto do governo não eleito, não mandatado pelo povo eilegalmente constituído, o MPLA, vivemos sem justiça e protecção. Estamos reduzidos à miséria, somos oprimidos, esmagados por um trabalho superior às nossas forças, somos injuriados, não se nos quer reconhecer como seres humanos, somos tratados como escravos condenados a sofrerem o seu destino e a calarem-se. Esperámos com paciência, mas cada vez mais se nos empurra para o abismo da indigência, da servidão e da ignorância. O despotismo e a arbitrariedade esmagam-nos, afogamo-nos. Chegou-se ao limite da paciência; para nós, este é o momento terrível em que a morte vale mais do que o prolongamento de tormentos insuportáveis”

NOTRE DIGNITE

Cabinda 23 February 2007

Mes chers compatriotes, la situation dramatique de notre pays nous interpelle, pour son devenir et sa destinée, pour sortir de la misère il faut faire une révolution populaire. Ne nous voilons pas la face! N’enfonçons pas nos têtes dans le sable comme des autruches pour ne pas voir le danger qui se dresse devant nous! Levons-nous comme un seul homme, avant qu’il ne soit trop tard, et résistons à ceux qui veulent nous emmener à l’abattoir comme des moutons!

Nous appelons le peuple Cabindais à soutenir la lutte moralement, politiquement et matériellement leurs compatriotes vivant toujours sous le régime d’occupation. Nous les exhortons à ne pas se laisser intoxiquer par des forces au service de l’étranger qui prêchent la non-résistance, le désintérêt envers le sort de la Nation, la capitulation devant les agresseurs Angolais et leurs laquais Cabindais.
Nous leur demandons de ne pas oublier que chaque jour qui passe, plusieurs milliers de leurs compatriotes meurent à cause de l’occupation. Chaque mois que dure la guerre, beaucoup des Cabindais sont enterrés pour des causes liée à l’occupation. Nous appelons les Cabindais qui travaille avec Bento Iscariote à ne pas oublié que la guerre ne sera terminée qu’après le retrait total de toutes les forces armées des agresseurs angolais.

Le devoir du patriote est avant tout de défendre la patrie principalement contre ce qui la menace dans son existence, surtout contre l’agression. Pour la défense des intérêt du peuple Cabindais, nous résistons.

Cabinda aux Cabindais, conscientisons nous à la situation actuelle de notre Pays le Cabinda. IL y a des causes générales, soit morales, soit physique ; nous devons faire face et réagir par n'importe quel moyen, si le hasard d'une bataille forte pour faire voir au monde que le Cabinda est pour le Cabindais. Voici des années que certains d’entre nous, sommes engagés fermement dans le combat contre l’occupation angolais, le parti unique, la corruption, la confusion entre Cabinda et angola.

Dans ce combat certains ont payé de leur vie tant la répression en face ne permettait qu’une chose, l’indépendance totale de notre Cabinda.

Hommage à tous les combattants tombés pour la bonne cause.

Patriotes Cabindais,

L’heure de notre délivrance a sonné. Tenons-nous main dans la main, serons nos coudes et nos rangs pour former un bouclier contre les ennemis de notre patrie! Car cette parole que Dieu adressa jadis à Maïse pour Israël s’adresse à nous aujourd’hui: « J’ai vu la souffrance de mon peuple….,et j’ai entendu les cris que lui font pousser ses oppresseur, car je connais ses douleurs. Je suis descendu pour le délivrer… » Exode 3 : 7 –8. Tous ceux qui avaient choisi le chemin de la trahison au détriment de notre peuple et de notre patrie sont destines à la perdition éternelle. Ils ont réussi à supprimer leurs corps, mais pas l’esprit de nos héros qui sont plus vivants morts qu’ils ne l’étaient lorsqu’ils vivaient!

J'invite tous les jeunes militants Cabindais de tous les partis politiques à rompre avec leurs formations politiques respectives et de nous réunir afin de tenir des états généraux de la jeunesse Cabindaise en vue d'accomplir, nous-mêmes et de manière pragmatique, la révolution dans ce pays
Du fond de notre douleur, dépouillée de tout ce que nous avons de plus cher, il nous reste néanmoins ce que l’on ne vendrons jamais; NOTRE DIGNITE ; et sur ce dernier trésor bâtissons l’élan nécessaire pour reconquérir notre peuple avec qui nous allons reconquérir notre terre et retrouver notre Indépendance.
A toutes et à tous, Cabindais, soyons mobilisés!

Jean-Claude Nzita


Cabinda issue - Request for justice

Berlin, 28 March 2007

To His Excellency
Prof. Aníbal Cavaco Silva
President of the Republic of Portugal

Your Excellency,

The main objective of the Cabindan National Movement’s current approach is to lay the foundations for a close partnership between Portugal and the future sovereign state of Cabinda. In concrete terms, we earnestly entreat you to play a large role in our legitimate, peaceful and ongoing struggle for self-determination and independence.

Although the martyred people of Cabinda represented by MNC are conscious that Portugal has yet to fulfill its legal obligations to respect Cabinda as a political entity (with a right to self-determination and independence), we know that the Portuguese government as a whole lacks the political will to openly support Cabindan independence without further support from the international community.

Therefore, we respectfully urge you to work closely with the United States of America, Australia, Germany, the United Kingdom, South Africa, Ghana, Malawi, and the Democratic Republic of the Congo , so that Portugal may eventually comply with UN Resolutions 1514 (XV) of 14 December 1960; 1542 (XV) of 15 December 1960; 1699 (XVI) of 19 December 1961; and 1807 (XVII) of 14 December 1962. These Resolutions entail the responsibilities of the Portuguese administration, when read in light of the protectorate treaty between Cabinda and Portugal signed in February 1885, and the Portuguese colonial Constitutions (especially the one of 1933).

Considering your personal devotion to the struggle for the triumph of freedom, justice, and democratic values, we think that among European Union Heads of states you are better placed to exhort the President of Angola to be brave enough to free Cabinda, in pursuance of international law.

May it please Your Excellency to accept our sincere gratitude for your time and help in this matter.

Yours faithfully,
Bartolomeu Capita
Refugee under the UNHCR mandate


D'UNE LANGUE A L'AUTRE-DICTIONNAIRE VILI-FRANÇAIS EN PAYS LOANGO

Ces dernières années, la langue vili est à l'honneur. En effet, après «Proverbes et dictons du Loango en Afrique Centrale» de René MAVOUNGOU PAMBOU et «Parlons vili» de Gervais Loembé, voici le « dictionnaire vili–français». La raison d'être de ce dictionnaire est de tenter de fixer l'état actuel du vocabulaire vili, rendant ainsi compte de la richesse de cette langue et contribuent par là à en assurer la présence au monde».

CARTE D'IDENTITE DU LIVRE :
Auteurs : Un groupe de cadres congolais à la retraite désireux d'occuper leur temps à la réflexion sur la revalorisation des langues de leur terroir, aujourd'hui «sacrifiées sur l'autel du modernisme par les nouvelles génération» . il s'agit de Joseph Tchiamas, François Soumbou, Gabriel Blaise Makosso, Alexandre Makosso, Joseph Siama, Simão Mamboma (linguiste du Cabinda), Jean Paul Serge Pangou.
Ce travail se fait dans le cadre de l'institut des langues locales au Kouilou (I.LA.LO.K) cet institut prône l'enseignement des langues dans l'espace Loango en particulier le vili, pour permettre la réhabilitation du patrimoine culturel ainsi dévalorisé (1).

TITRE : DICTIONNAIRE Vili-Français
Editeur : L'Harmaltan
Lieu et date de parution: Paris 2008
Volume : 232 pages

CONTENU EN BREF :
Ce dictionnaire bilingue comprend 4007 entrées. Ces mots et expressions vili ont été traduits dans la langue française. Le vili est la langue de la communauté qui vit sur la bande côtière du Cabinda dans la région du Kouilou actuellement scindée en deux départements administratifs. la communauté vili est la principale héritière du Royaume Loango.
Comme la plus part des langues africaines, le vili a le statut de langue orale. De ce fait, la traduction – comme toutes les traductions d'ailleurs – n'a pas été un exercice facile. Car «… à chaque langue correspond une organisation particulière des données de l'expérience. Apprendre une autre langue, ce n'est pas mettre de nouvelles étiquettes sur des objets connus, mais s'habituer à analyser autrement ce qui fait l'objet de communication linguistiques … Les mots d'une langue n'ont pas d'équivalents exacts dans une autre langue….». Cette pertinente observation corrobore le vieil aphorisme italien: traduttore, traditore (tout traducteur est un traître).

APPRECIATION CRITIQUE :
Hormis l'absence de phonétique, très peu de lecteurs auraient certainement d'autres critiques à formuler. Sans nul doute, la majorité des lecteurs de ce dictionnaire pourraient souscrire à cette judicieuse sentence de Marcel Poaty (3) le «préfacier» de cet ouvrage : « … Sur le plan général, l vocabulaire vili est représentatif de celui des langues apparentées que sont le «yombé», le «kotchi», le» Lindji», le «Lumbu», le «kuni», le «Sundi» avec lesquelles l'histoire et la géographie aidant, l'intercompréhension est grande. C'est dire que les concepteurs du dictionnaire vili-français ont fait œuvre utile à plus d'un titre. Qui voudra par exemple rédiger un dictionnaire sur le «yombé» ou le «Kotchi» trouvera ici une matière plus qu'abondante. Ceci est d'ailleurs significatif que peut revêtir le terme «vili».
Ainsi, force au rouleau compresseur des langues de communications, telles que l'anglais et le français, et même à dimension régionale ou nationale, le travail abattu, par les rédacteurs de cet ouvrage peut être considéré comme une tentative, si modeste, soit-elle, pour assurer la survie du vili dans un monde où la guerre des langues n'est pas moins cruelle que celle qui fait tonner le canon, et dont elle constitue parfois la résultante …»

Auteur : Pépin BOULOU
Publication : 03 Mai 2008
Rubrique : Cabinda-culture
Source : http://www.maux-en-mots.com


Réflexion et Rappelle sur la Vigilance
CABINDA - 19 APRIL 2007

Peuple Cabindais, nous sommes face à une Communauté Internationale qui gère actuellement ce système de l'univers avec sans doute aucun d'un silence absolu à ce qui concerne le cas «CABINDA» comme nous le savons tous se traduit par une corruption généralisée de certains pays influents de cette communauté internationale pour ne pas dire de grandes puissances par l'occupant du Cabinda à savoir l'angola qui non seulement pille les ressources et massacre le Peuple Cabindais, mais se donne le luxe d'appliquer cette Corruption Généralisée afin de jouir de son Néo-colonialisme sur une population qui en a plus que mare et assez de souffrance.

A titre de Rappelle:

Les cubains se trouvent déjà au Cabinda, soit disant pour combler le vide sur le carence du personnel Médical!
On se souviendra qu'en 1972, les Militaires cubains ont combattu aux côtés de MPLA pour l'indépendance de l'angola face aux mercenaires Sud-Africains. Nous savons tous le dégât que la Forêt de Mayombe avait souffert en lui emportant même les Jeunes plante sans toute fois compter les milliers et milliers d'arbres abattus et transportés au cuba dont aujourd'hui les cubains se réjouissent d'avoir une forêt et une géante industrie de papeterie.

Alors Peuple Cabindais, face à cette indifférence de la Communauté Internationale, la Nature nous réserve sa Grande Surprise!

Fidel Castro ne croyait jamais à la fin cruel de l'Impérialisme même après la destruction de l'union soviétique, mais aujourd'hui nous y voilà.

Quand à Indépendance De Cabinda, c'est ne plus question des années longues et élastiques, mais juste question de jours, heures, minutes et pourquoi pas Secondes!

A travers Le Président Nzita, FLEC a démontré à plusieurs fois sa bonne volonté de dialoguer avec les "autorités" angolaises afin de trouver une solution à l'amiable mais dommage que nous nous trouvons face à des autorités possédées par l'égocentrisme et l'esprit satanique.

De ce fait, la surprise en est que: Chaque Cabindaise et Cabindais sommes appelés à une vigilance totale car le cas «Bembe Bento» non seulement nous remet tous à une auto-réflexion, mais aussi et surtout nous éclaire sur la façon et le moyen par lequel le diable MPLA peu tous nous atteindre.

Entre nous, nous pouvons avoir des divergences ou alors des idées opposées les unes des autres, cela apparaît normal, mais face à l'ennemi, nous devons avoir tous le même et l'unique objectif «LIBERER LE CABINDA ET SON PEUPLE» de Yema à Miconje et de l'Atlantique à l'Ouest de notre territoire occupé injustement par l'angola.

Voici ce qui nous attend:

- Disparition physique de José E. dos Santos, Président du MPLA,
- Nando et se potes se retrouvent dans le qui-vive et dans l'embarras de diriger le pays,
- L'angola replonge de nouveau dans la guerre civile au merci des l'excès des Généraux assoiffés et amoureux de guerre.

C'est ne qu'en ce moment que retentira la sonnette de la Liberté Totale et Inconditionnelle du Peuple Cabindais. Soyons vigilants et informons nous encore une fois car le moment tant cherché est proche.

Quand à l'information, en particulier, nous saluons avec considération la lute que mène notre frère et compatriote JEAN CLAUDE NZITA, par ses divers moyens et formes de toujours réveiller nos sœurs et frères Cabindais par le billet de la communication et information étant données que de nos jours ceci soit parmi les moyens les plus redoutables de faire trébucher son ennemi.

Nos pensées se dirigent tout droit vers le Dr. JOËL BATILA pour son engagement patriotique par les divers efforts fournis en réalisant des multiples contactes afin de démontrer à la communauté internationale les abus commis par les "autorités" angolais dans les différents camps de concentration de Réfugies Cabindais se trouvant dans le deux Congo (Brazza-ville et Kinshasa).

À vous nos héros combattants se trouvant dans la Forêt de Mayombe, dans les plaines de Tando-Nzinze, Muba te Dinge, dans le vallées de Necuto etc.... même avec la haute trahison de Bento et ses alliés autoproclamés «JUDAS», tenez bon, c'est le 9ème mois depuis que Cabinda est enceinte!

Dieu n'a et ne pourra jamais être corrompu.

Befu bonso ku mbbusa N'Kulutu NZITA Tiago, ai dibundu di FLEC, kutomba u ndamba, KABINDA mba mbuta ai kumona kilumbu kimona. Tu fueni kuzaaba, Nzambi ka vukumunuanga ko.

Chibinda A. C.


COMMUNIQUE DE PRESSE N°008/ PGCE/07

Cabinda 9 Novembre 2007

Le Président du Front de Libération de l’Etat du Cabinda FLEC, alerte l’opinion publique Cabindaise et Internationale que les autorités du MPLA recrutent en ce moment les jeunes Congolais en République du Congo Brazzaville, pour les présenter au Cabinda et à la Communauté Internationale comme étant des militaires du FLEC-FACU qui se rendent aux Forces Armées du MPLA.

Depuis le Monde est crée les Cabindais et les Congolais forment un Peuple Indivisible.

Le Président du Front de Libération de l’Etat du Cabinda FLEC Henriques Nzita Tiago, prie aux familles appartenant aux enfants enrôlés qui se laissent corrompre par le MPLA en acceptant cette aventure dangereuse qui peut provoquer une déchirure entre Mangoyo et Maloango.

Que ces familles conseillent à leurs enfants de ne pas accepter l’esclavagisme aveugle!

Le Président du Front de Libération de l’Etat du Cabinda FLEC Henriques Nzita Tiago, sollicite au Peuple Cabindais de Miconje à Yéma et de Massabi à Zenze de Lucula de ne pas participer aux élections du MPLA qui sera organisées en 2008 en Angola.

Cabinda est un Territoire, un Peuple, une Nation qui sa Culture et son Histoire propre.

La Nation Cabindaise existe et elle existera jusqu’à la fin du Monde. Amen!

Unis nous serons forts!

Nous vaincrons tous les intrus qui rentreront dans Notre Territoire,

Vive le FLEC!

Vives les Forces Armées Cabindaises!

Notre Devoir c’est de lutter !

Notre objectif c’est l’Indépendance Totale et Inconditionnelle Coûte que Coûte.

Henriques Nzita Tiago

Président du Front de Libération de l’Etat du Cabinda - FLEC
Chef Suprême des Forces Armées Cabindaises Unifiées - FACU


L'autodétermination du Cabinda, toujours d'actualité

07 February 2007

Cabinda - Pourquoi la jurisprudence des annexions de force du Cabinda par l’Angola et du Timor Oriental par l’Indonésie en 1975 ne s’applique t-elle pas dans le cadre de l’autodétermination acquise par la République Démocratique de Timor Oriental le 20 Mai 2002? Pourquoi le peuple Cabindais à l’instar du peuple Timorais n’a t-il pas droit à une Nation qui se caractérise par la conscience de son unité (historique, sociale, culturelle) et la volonté de vivre en commun ? La similitude historique entre ces deux peuples martyrs est une évidence.

En effet, le Cabinda et le Timor Oriental furent administrés par le Portugal durant quatre siècles. A partir de 1975, ces deux territoires furent annexés respectivement par l'Angola et l'Indonésie. Ils subirent l’un et l’autre des exactions et des répressions massives qui ont suivi leur annexion entraînant de nombreuses victimes, sans réellement mobiliser la communauté internationale. Ces deux territoires sont restés dans un oubli complice, marqués par des violations flagrantes des Droits de l’homme. Certains faits marquants montrent la parfaite similitude de la tragédie et du martyr de ces deux peuples. En 1974, le nouveau gouvernement Portugais issu d'un coup d'Etat militaire, accepte le principe de l'indépendance de ses colonies d'Asie et d'Afrique.

Concernant le Timor Oriental, en août 1975, l'administration portugaise se retire de Dili, sa capitale. En décembre 1975, l'Indonésie envahit le territoire qui devient en juillet 1976, la 27ème province de la République Indonésienne. L'annexion n'est pas reconnue par l'ONU. Depuis cette annexion, plusieurs manifestations des indépendantistes sont violemment réprimées par l'armée. L'attribution du Prix Nobel de la Paix en 1996, à deux figures de la résistance timoraise consacre l’arrêt de l’indifférence de la communauté internationale, jusqu'au brusque réveil de son processus d'autodétermination en 1999. En effet, en mai 1999, un accord est signé entre les gouvernements Indonésien et Portugais sur l'organisation d'un référendum sous l'égide de l'ONU. Il doit porter sur l'autonomie au sein de la République Indonésienne ou sur l'indépendance du Timor oriental. Il aboutit à une nette volonté d'indépendance dans le cadre d'un référendum organisé par les Nations unies, où le " oui " l'a emporté à près de 80%. En plus de vingt ans, la politique d'assimilation forcée de la population, la répression de l'insurrection armée et les famines ont fait quelque 200 000 morts, soit le quart de la population du territoire, selon les estimations de sources humanitaire et religieuse.

Concernant le Cabinda, en 1963 l'Organisation de l'Unité Africaine (OUA) classe le Cabinda comme le 39ème Etat à décoloniser (et l'Angola comme le 35ème), en 1975 les ambassadeurs de l’ex-Zaïre et du Congo Brazzaville en Ethiopie, font à la tribune de l'OUA un plaidoyer en faveur de l'autodétermination du Cabinda en réaction à la conférence d'Alvor au Portugal en janvier 1975, qui réunit les trois mouvements de libération Angolais (UNITA, MPLA, FNLA), à l'exception du FLEC, et qui légitime le rattachement du Cabinda à l'Angola. Ainsi, en novembre 1975, occupé militairement par l'Angola avec l’aide des armées soviéto-cubaines, le Cabinda est considéré comme la 18ème province d'Angola. Il s’en suivra le lot quotidien de massacres, de violation des droits de l’homme, de privation de liberté. En septembre 1992, les élections présidentielles et législatives organisées par l’occupant sont boycottées par une abstention massive. Ce fût le refus officiel de l’assimilation (seuls votants : les troupes d'occupation et les fonctionnaires Angolais, environ 16 000 hommes). Une violente répression militaire punitive provoque des milliers de morts et de viols, cela sans réactions et sans condamnations de la communauté internationale.

Le chaos qui règne au Cabinda et les très graves crimes que subit actuellement le peuple Cabindais rappellent à quel point la communauté internationale continue de faire une interprétation à géométrie variable, de l’obligation qui est la sienne. Elle s’est consacrée récemment au Timor Oriental en portant secours à une population en danger de mort. L’horreur dans laquelle le Cabinda est aujourd’hui plongé, ressemble fort à la chronique de très graves violations des droits de l’Homme et d’une catastrophe humanitaire annoncée.

Ces dernières années, l'organisation de défense des droits de l'Homme Human Rights Watch (HRW), basée à New York, appelle régulièrement le gouvernement Angolais à mettre fin aux abus commis par l'armée qu'elle accuse de violer, de torturer et d’exécuter des civils au Cabinda. Plusieurs communiqués ont été publiés en 2002, 2003 et 2004 pour dénoncer les exactions et les violations inhumaines des droits de l’Homme (viols, castrations, tortures, arrestations arbitraires sont le lot quotidien des civils qu’on accuse d’aider les séparatistes).

Nonobstant, le peuple Cabindais tente à nouveau de se réorganiser face à la quasi-indifférence complice de la communauté internationale. Le FLEC/FAC et le FLEC Rénové, deux organisations politico-militaires Cabindaises ont décidé d’unir leur force. Une réunion scellant l’alliance s’est tenue fin août aux Pays-Bas en présence de représentants de l’église du Cabinda. Le nouveau nom du mouvement est désormais : FLEC (Front de Libération de l’Enclave du Cabinda), c’est le nom d’origine du mouvement indépendantiste en 1963.

Au-delà de cette fusion, «et afin de répondre à l’impératif de la recherche de la paix entre le peuple Cabindais et le gouvernement d’Angola », selon les termes du communiqué publié à l’issue de la rencontre, le FLEC et la Société Civile ont créé le Forum Cabindais pour le Dialogue. Le Forum Cabindais pour le Dialogue se présente dorénavant comme l’unique interlocuteur «valable, représentatif et capable de mener le dialogue avec le gouvernement de l’Angola ». Il se déclare prêt à entamer des négociations avec le gouvernement Angolais afin de chercher une solution pacifique au conflit. La puissante association civile Mpalabanda (arbre résistant au feu), qui prône l'autodétermination du Cabinda est à l’origine de cette heureuse initiative. Elle recommande aux belligérants de proclamer un cessez-le-feu immédiat et inconditionnel, d'ouvrir un dialogue et de se disposer à négocier. Enfin, elle demande à la communauté internationale et à l'Union africaine (UA) de cesser leur politique d'apathie et de participer à la recherche de la paix au Cabinda, en appelant aussi l'ONU à nommer un rapporteur spécial sur les droits de l'Homme, dont les violations sont régulièrement dénoncées sur ce territoire. Les Cabindais doivent néanmoins montrer à la communauté internationale leur volonté de vivre ensemble dans l’unité et dans la cohésion nationale avec en partage leur histoire, leur culture et leur identité afin de rassurer tous les intervenants économiques et financiers présents au Cabinda.

Toutefois, nous sommes en présence de deux poids deux mesures, le Timor Oriental est aujourd’hui indépendant et le Cabinda est toujours sous l’occupation militaire Angolaise. L’ONU a pris ses responsabilités au Timor Oriental en mettant ce territoire sous son administration et en organisant le referendum qui a abouti à son autodétermination. Pourquoi ce degré de myopie et de cynisme exceptionnel de la communauté internationale vis à vis du peuple Cabindais ? Cela serait-il assimilé à un délit d’identité ?

André Patrick TCHISSAMBOU


Presidential Resolution No. 135/2005

Taking into consideration:

Whereas, until the present date the heroic Army of Cabinda has liberated more than 80% of the territory of our Republic.

Whereas, by this reason, in the date of July 16 March of 1976 the Constitution of the Federal Republic of Cabinda is approved, being at present the fundamental base of our Nation.

Whereas, the Article 46 states and authorizes the President of the Republic to names the civil and military high positions and it delegates attributions with expressed resolution for the effect.

Whereas, the Federal Republic of Cabinda requires the competence of suitable persons to accompany the President of the Republic in the Government's new stage, to consolidate all the achievements reached so far.

Therefore:

The President of the Federal Republic of Cabinda, N'Zita Henriques Tiago in use of the Presidential constitutional attributions and by the grace of God.

Resolution:

Article First. - To name a new Government Cabinet Council, according to the following:

- Defence Secretary of State
- Secretary of State for Foreign Affairs, and Governor of the Cabinda National Bank
- Secretary of State of Treasury, and Deputy Governor of the Cabinda National Bank
- Minister of Petroleum and of Mines
- Minister of Finances
- Secretary of National Administration
- Secretary of Information, Culture and Media
- Secretary of State of Health
- Secretary of State for Constitutional Matters and Justice
- Secretary of State for Agriculture, Foods and Ambient
- Secretary of State for Youth and Sport
- Minister of Civil Service

Article Second. - The officials take possession of their official posts, and may exercise their functions according to the strategy of National security.

Given in this my Private Presidential Office, on the 6 day of the month of July in the year of our Lord 2005.

N'Zita Henriques Tiago
President of the Republic of Cabinda


His Holiness, Pope Benedict XVI

Cabinda, 7 March 2007

Your Holiness,

I am writing to you today not to inform you of news or joy, peace and happiness among the Christian Nation of Cabinda but to write to you to inform you that the Vatican is turning a blind eye to the atrocities and criminal activities of the unelected MPLA government in control of Angola and militarily occupying Cabinda, we ask you why is the Church doing nothing when this same week two Priests Father Jorge Casimiro Congo and Father Raul Tati, where harassed by the unelected and criminal MPLA occupying Cabinda and took all their possessions and further intimidation was carried on their residences.

Why is the Vatican silence, why Pope John Paul II had the courage to denounce the unelected Communist regime in Poland and now you Sir have no such courage or determination, to denounce the atrocities of the MPLA and their ocupation of Cabinda?

If you ought to be the leader of the Church why are you silence about the atrocities that are being committed to the members of the same Church you represent and are the head of?

Dear Sir, we expect from you to take courage and determination, wich is expected from the leader of the Catholic Apostolic Church and denounce the evil Marxist Leninist Communist MPLA Party and do all which is in your power to protect the faithful in Cabinda.

Submitted in all respect and love to Your Holiness and in the name of Our Lord and Saviour, Jesus the Christ.

Mangovo Ngoyo
Munsueki Mu Mambu Ma Kinzenza
Nguvulu Mu Nzo Mbongo Ya Kabinda


 

MESSAGE POUR LA NATION CABINDAISE DANS LE MONDE ENTIER

MENSAGEM PARA A NAÇÃO CABINDA NO MUNDO INTEIRO

CABINDA APRIL 2007

A situação socio-politico e religioso continua na mesma não há melhorias em Cabinda

De ponto de vista religioso: verifica-se um inferno caridoso e silencioso levado por Sacerdotes e Cristãos.

Na segunda semana de quaresma, o prelado da diocese de Cabinda, Camarada Filomena manteve o seu retiro annual com Sacerdotes mas os Sacerdotes suspensos não foram convidados. Uma situação que continua a pertubrar a vida moral-cristã da diocese de Cabinda. O mais grave é que o Camarada Filomena não se preocupa a criar um ambiente positive ao seu redor porque, como Bispo actual, este retiro devia ser uma grande oportunidade de partilhar com os demais Sacerdotes suspensos como não o seu entusiasmo pastoral e congregar todos apesar das divergências e convergências na unicidade do seu Episcopal pela bandeira da salvação. E mostrar na realidade a sua missão a imagem de Jésus Cristo Salvador que uniu os seus discipulos antes de Os enviarem em missão.
A falta de humildade de um lado a outro, manifesta que ainda o cristianismo está longe nos corações dos pregadores do Evangelho. A diocese de Cabinda foi sempre uma diocese que perante as contradições e divergências, soube aproveitar o advento e o tempo de quaresma para reposição da sua unicidade. Perante este clima que nunca mais se abranda, acreditamos estar próximos dum inferno caridoso em que o sorriso de cada um perante outro confrade é uma hipocrisia.

O Camarada Filomena, ainda está muito longe de compreender que muitos cristãos são usados para transmitir–lhe informações falsas fundamentadas no ódio e cujo promotores são padres que têm ódio e inveja dos seus confrades afim paralisar o bem-estar destes. A diocese de Cabinda foi sempre uma diocese que respeitou e conservou as magnas normas da Santa Sé e os Sacerdotes de Cabinda foram sempre defensores do género humano a luz da liberdade do povo, a voz do povo, pão do povo. Perante este abismo que vive hoje, a nossa juventude vai perdendo a esperança. Mantemo-nos firmes na fé.

Santo Agostinho, na sua distinção Moral filosofica, fala duas cidades: Celeste e Terrestre.
A cidade celeste que se refere a Igreja (onde deve reinar o bem-estar, a pefeição) etc.. hoje de que bem-estar pode um cristão pensar na diocese de Cabinda, onde padres são sujeito a tortura psicológica e moral?
A segunda cidade, que é terrestre é o Estado (onde deve ser promovido o bem comum). Façamos uma pequena olhadela sobre a situação socio-politico na nossa provincia de Cabinda: ainda encontramos a falta de liberdade de expressão, prisões inadequadas, chamadas inesperadas perante os orgãos da policia e do SINFO.

Assistimos a triste prisão da actvista britânica- SARAH WYKES,que veio para testemunhar e mostrar como como funciona os direitos humanos, ela foi impedida praticamente a realizar a sua missão.
A sociedade Cabinda vive pela graça da providência divina, devemos reconhecer isto. Cabinda ainda está muito longe de realizar os seus sonhos. Há falta de boa vontade para alegrar o povo de Cabinda. Sendo uma provincia produtora e cujo 90% da riqueza vai para os cofres do Estado, o governo não eleito de Angola não prioriza muitas obras para o bem-estar deste povo.

Não há clinicas, hospitais, escolas, ensinos superiores ou médios suficientes para uma boa satisfaçao no pais.
Há nas escolas crianças que sentem no chão. Qual é o futuro destas crianças perante a falta de condições? Os hospitais de Cabinda e algumas clinicas de Cabinda não passam de serem postos médico. Servem para remediar algumas questões somente.
Vejamos no Lobito por Exemplo Provincia de Benguela: onde a maior parte da produção é somente o peixe, há um porto imcomparável o de Cabinda, o porto de Cabinda não passa de ser um boatlanding. Ainda existe muitas dificuldades na provincia de Cabinda. As estradas de Cabinda, só são tapadas burracos com há presenças de altos governantes provenientes de Luanda. Mil vezes circular nas pequenas ruas de bairros que nas grandes estradas da cidade de Cabinda.
Desde do momento em que o regime MPLA com ajuda de alguns sacerdotes e membros da sociedade civil conseguiram devastar a visão profética dos Sacerdotes tais como: Reverendos Drs Padres Jorge Congo e Raúl Tati e Associação Civica de M’palabanda, Cabinda vive no abismo porque o estado de degradação em Cabinda perante os direitos humanos e o conflito militar continuam. Tudo ficou encorberto a luz do "memorando do entendimento".

Povo de Cabinda, juventude, é tempo de acordar,
Povo de Cabinda, juventude olha que o sol está raiar,
Povo de Cabinda, juventude levanta a cabeça para levar a bandeira da salvação a todo mundo.

Apelo-vos a sermos coesos, unidos, atentos, e olharmos primeiro naquilo nos converge. Diante das manobras divisionistas, devemos pugnar pela nossa unicidade e relembar de quantos partiram deste mundo por causa desta Nação-Cabinda. E quantos sofrem hoje por causa do nosso bem–estar?

Empenhemo-nos pois na busca das grandes visões para o bem de todos.

Dr Jean-Claude Tati Danda Zau
Estudante em Filosofia Moral


 

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